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Once Upon A Time | Especial 4ª temporada: promos, pôsteres, fotos e mais

Super Especial 4ª temporada: Confira os promos, fotos, pôsteres e mais

Especiais

Confira os especiais que preparamos sobre as suas séries favoritas

29 de fevereiro de 2012

CW divulga as datas dos finais de One Tree Hill, Supernatural e mais

Quem não está ansioso pelo final das séries? Supernatural? One Tree Hill? 90210?

A CW divulgou as datas dos episódios finais de todas as suas séries, confira abaixo:


One Tree Hill: a 9ª (e última) temporada da série terminará no dia 4 de abril, com um episódio de 2 horas. Haverão entrevistas com os atores e uma retrospectiva para matar as saudades.


90210: a 4ª temporada termina no dia 15 de maio, terça-feira. Ainda não foi renovada.


America's Next Top Model: O ciclo "The British Invasion" terminará no dia 30 de maio. Já foi renovado para outro ciclo que estreará na próxima Fall Season.

Gossip Girl: A 5ª temporada acabará no dia 14 de maio. Não foi renovada ainda, mas é provável que a série ganhe mais uma temporada.

Hart Of Dixie: A 1ª temporada termina no dia 14 de maio. Não foi renovada ainda.

Nikita: A segunda temporada acaba no dia 18 de maio. Não foi renovada ainda, mas de acordo com o site Tv Overmind, as chances de renovação vão depender dos novos pilotos do canal.

Ringer: a 1ª temporada terminará no dia 17 de abril. Ainda não foi renovada.

The Secret Circle: o último episódio vai ao ar no dia 10 de maio. Ainda não foi renovada.

Supernatural: a 7ª temporada acaba no dia 18 de maio. Ainda não foi renovada, mas há chances de mais uma temporada.

The Vampire Diaries: a 3ª temporada vai terminar no dia 10 de maio. Ainda não foi oficialmente renovada, mas sua renovação é praticamente certa.

Fonte: TV Overmind

Natalie Zea (Justified) estará no elenco da nova série do produtor Kevin Williamson (The Vampire Diaries)

Para os fãs de Justified, essas pode não ser uma boa notícia. A atriz Natalie Zea, que interpreta a personagem Winona Hawkins, é mais uma a integrar o elenco da nova série do produtor de The Vampire Diaries, Kevin Williamson.

Ainda sem nome, a série conta a história de um serial killer que usa tecnologia para criar uma seita assassina. Natalie fará o papel da ex-esposa deste serial killer, chamado Joe Carroll (James Purefoy) e que vai se ver no meio de um pesadelo depois que ele escapa da prisão.

Como já foi noticiado aqui memso no Spot, além de Natalie também está escalado para a série o ator Kevin Bacon, que será um agente do FBI que irá perseguir este assassino.

Vale lembrar que a atriz ainda está em Justified, será que isso afetará sua permanência na série?

Fonte: Inside TV

Review: The Walking Dead - 2x10 - 18 Miles Out



Spoiler:

Quando "18 Miles Out" começou, confesso que me senti um pouco perdido. Pensei seriamente que havia pulado alguns episódios até me achar dentro da história, o que não demorou nem 1 minuto e voltamos um pouco para compreender o que estava acontecendo.

Sou um daqueles que aceitam o que é The Walking Dead, chegando até mesmo a conclusão de que é triste vermos quem pensa que a série é sobre os zumbis e não sobre o drama dos sobreviventes. É lógico que não podemos fugir da realidade, eles fazem parte de toda a história, são o motivo de termos sobreviventes, logo é necessário a existência e a participação deles na história. Mas não dá para ficarmos querendo eles o tempo inteirinho sem um roteiro bem pensado e diálogos entre personagens.

A série vive deles sim! Mas não é sobre eles. E nem entro na questão técnica da fidelidade com relação às HQs. Mas com certeza soltei um grande "Ufa" quando tivemos uma tensão do começo ao fim, onde os “walkers” estiveram presentes por quase o tempo inteirinho. Era isso? Não duvido que queiram mais, mas ter mais seria perder os diálogos inteligentes que nos trouxeram neste episódio.

Amadurecer numa relação não serve apenas para um casal. Serve também para amizades e amizade era o que Rick e Shane tinham. Toda essa enxurrada de críticas baseando-se na falta dos “walkers”, nos levou a um episódio bem maduro que nos serviu até mesmo para ver o próprio (re)amadurecimento dos dois personagens quanto a relação que hoje não é nada além de serem do mesmo grupo de sobreviventes.

Colocar os pingos nos 'is' não é apenas um privilégio de The Walking Dead, muito menos é de Rick e Shane. Os produtores conseguiram dar um jeitinho brilhante de colocar mais atrito na trama junto aos roteiristas, onde até mesmo Lori e Andrea quando ainda pareciam ter conversa madura, acabaram por brigar. Era nítida briga familiar desencadeando uma série de argumentos banais e mágoas não ditas ao longo do tempo.

Com relação a Rick e Shane ficou claro, era Rick querendo mostrar o que ele era para o grupo e que além de estar sujeito a erros, suas decisões eram corretas, mesmo sabendo que no lugar de Shane, teria feito o mesmo com Otis. Seguir suas regras e confiar nele era bem isso que estabeleceu Rick, mas não vejo Shane acatando. Tanto que desencadeou numa briga onde os “walkers” fizeram o show do episódio, satisfazendo uma cadeia de fãs alucinados por eles e nos proporcionando momentos de pura ação e a demonstração de que Rick fez o correto, servindo de lição a Shane. Salvando sua vida, mesmo ele tentando tirar a sua.

Não pensem que Shane acatará isso. Acho que o simbolismo na estrada, onde um errante caminha no meio da mata tanto na ida quanto na volta fica bem evidenciado com relação a tudo isso que o futuro de Shane é partir do grupo. Não há clima para ele, não há espaço, mas não condenaria uma pessoa (personagem) por conta de uma loucura no momento de sobrevivência. Aliás, foi bem isso que Shane quis dizer a Rick sobre deixá-lo no hospital. Era sobreviver e cuidar de Carl e Lori ou morrer com ele ali, já que tirá-lo de lá era impossível. No final, acabaram ficando com o garoto, que por acaso ajudou na fuga e a salvar Shane. Lembrando que ele sabia onde ficava a fazenda, conhecia Maggie por ter estudado com ela, frequentado a mesma igreja, mesmo Rick e Shane tentando fazer de tudo para o garoto não saber, ver e levá-lo para longe de lá para assim sobreviver sozinho. Por isso a decisão de levá-lo de volta.

Andrea e Lori brigaram por conta de Beth, a garota suicida que desistiu de sobreviver. Achei meio banal a briga entre as duas, mas necessário para a série, pois criaremos mais um conflito de decisões a serem tomadas quando duas não se bicam. Lavar roupa suja ao pé da letra era o tema, mas acabou virando sobre o suicídio e a própria Andrea já ter tentado cometê-lo. Em poucas conversas, Andrea permitiu que Beth fizesse aquilo que ela desejava e, apesar de condenada por Maggie, não vi ser condenada por Lori, pelo contrário. Apesar de Lori recriminar, Andrea fez bem para Beth, apostando que a tentativa a faria ver que no final a vida é o que ela queria.

Rapidinhas:

• Maggie e seus contratempos com Glenn foi algo totalmente superficial, apenas uma conversinha com Lori. Mas mostra bem o que o psicológico dos acontecimentos tem feito na cabeça de um garoto.

• Bebê é citado por duas vezes em questionamentos a Lori. Uma via Andrea, outra via Beth. Tentativa de novo aborto a vista?

• A fazenda pode estar em perigo? Vamos lembrar que apesar da distância, os portões de uma escola onde ficavam presos os “walkers” foram abertos. Logo eles tomarão a estrada. Hipótese.

• Depois de um episódio muito bom, lamento apenas que alguns personagens estejam de folga. Claro que nem sempre dá para aparecerem todos, mas são esquecidos às vezes de tal forma que sinto um vazio na história.

Marin Ireland (Homeland) entra para o elenco de The Killing

A atriz Marin Ireland, que esteve recentemente na série Homeland onde sua personagem fazia parte de um perigoso grupo de terroristas, entrará para o elenco da misteriosa The Killing.

Marin interpretará a irmã do Detetive Holder e é descrita como uma garota forte e trabalhadora. A segunda temporada da série do canal AMC, que continuará desvendando os mistérios do caso Larsen volta no dia 1 de abril com um episódio de duas horas.

Fonte: TVLine

Review: Luck - 1x01 - Pilot - Primeiras Impressões


Spoiler:

Luck estreou já a cerca de um mês, mas confesso que senti certa dificuldade para definir e escrever sobre a série. E não foi por falta de tentativas. Sempre senti uma frustação derivada de um drama inteligente e realista, talvez seja esta a única e a melhor explicação para falar sobre Luck.

Ambientada no mundo do turfe e dos jogos como um todo, a série da HBO que tem Dustin Hoffman para atrair todas as atenções, beira um misto de polêmicas, máfia e o vício da jogatina, além do poker que é o que aparentemente destrói a vida de alguns dos personagens.

O realismo da série vai além da história contada, da direção impecável e a fotografia muito bem dirigida, mas está naquilo que as pessoas podem se identificar, se chocar e até mesmo se entristecer e se revoltar com a dor de um cavalo ao quebrar a perna numa das corridas, mostrado em detalhes na série.

Brilhante, se pode assim dizer. Dustin Hoffman como Ace Bernstein é o mafioso que financia jogos ilegais e que está em liberdade condicional por um crime que não cometeu, mas já prepara sua doce vingança ao começar pelo próprio turfe, mergulhando num perigoso mundo que poderá ameaçar até mesmo sua liberdade condicional.

Além da vida do mafioso, podemos ver o quanto o vício destrói as pessoas, e não só de drogas ilícitas, mas da jogatina. Um bom exemplo disto é Jerry e seus amigos. Jerry por sinal é quem vai à lama pelo poker, um gênio para as escolhas dos cavalos, que se autodestrói com aquilo que ganha no mundo imundo das jogatinas ilegais e que lhe pode render problemas sérios com o crime organizado.

Sem mais delongas, a série é uma grande aposta da HBO, mas os números não são tão satisfatórios. A audiência cai e nem Dustin Hoffman, Dennis Farinas (O Resgate do Soldado Ryan e Jogo do amor em LA), Nick Note (Além da linha Vermelha e 48 horas (1982)), e a sua própria qualidade e o seu imenso realismo podem salvar uma série que ainda carrega o nome da HBO nas costas. É muita qualidade, muito realismo, um assunto sério, levado em forma de entretenimento, o que gera desconforto aos telespectadores que talvez não esperem isso. Mas até onde for, vale a pena dar uma conferida e tirar suas próprias conclusões.

Além dos nomes já citados, o elenco conta ainda com John Ortiz (O Gângster e Inimigos Públicos) como Turo Escalante; Jason Gedrick (Desperate Housewives e Windfall) com uma belíssima atuação como Jerry; Ritchie Coster (O Gângster e O Cavaleiro das Trevas) como Renzo; Kevin Dunn (Transformers e Samantha Who?) como Marcus; Richard Kind (Spin City e Burn Notice) como Joey Rathburn e muito mais. Sem contar um dos nomes que está por de trás da produção além do próprio Dustin Hoffman, Michael Mann (Inimigos Públicos e O Informante). Não são à toa os elogios.

28 de fevereiro de 2012

Lisa Edelstein (Cuddy de House) não voltará para o último episódio da série

Agora é pra valer, Lisa Edelstein não voltará para House antes da temporada terminar no dia 21 de maio, eliminando qualquer esperança de que existiria um último encontro entre House e Cuddy, de acordo com o site TV Line.

O criador da série David Shore já havia comentado que adoraria que a atriz aparecesse antes do final da série para que houvesse um final para o casal Huddy. Lisa, porém, não pareceu tão otimista quanto a isso e disse ao site em agosto, "Eu não falei com ninguém de lá  então isso parece improvável. Quem sabe o que farei. Eu não gostaria de responder isso e dar esperanças a ninguém."

Não se sabe o que aconteceu para que Lisa decidisse não voltar, se foram negociações que deram errado ou  o que ela pediu em retorno. 

A Fox anunciou na segunda-feira que haverá uma retrospectiva especial dos 8 anos da série que será exibida antes do episódio final de House.

Fonte: TVLine

Review: The River - 1x04 - A Better Man


Spoiler: 

"A morte precisa de dignidade, não de ambição." - Emmet Cole

Fiquei pasmo com a tamanha tensão e terror proposto neste episódio. Por alguns momentos senti tamanho medo e tensão que percebi que foi necessário voltar alguns minutos atrás por causa de um leve cochilo. Um episódio para encher linguiça e não mostrar nada além da tal "A Fonte".

Spoiler:

As críticas são tantas por aqui que nem sei se era tão necessário ter "spoiler" no começo, mas confesso que tentarei ao máximo não apelar, principalmente no quesito da língua espanhola sendo empurrada goela abaixo novamente com o comerciante de barco. E não me venham com esse papo de que eles não se preocupam e a série é para público americano. Uma boa obra é fiel àquilo que se propõe e não jogada de qualquer jeito, principalmente levando em consideração a massiva quantidade de brasileiros por lá.

Quanto à história tivemos Jonas, câmeraman de Emmet que ficou enforcado meses na floresta até hoje. O engraçado é isso, foram meses enforcado e ele está vivo. Uma espécie de pegadinha da floresta com direito a malária - o que não o matou, por incrível que pareça - por conta da ambição do garoto por filmar o funeral de um ancião de uma determina tribo. Com isso, ele aprisionou o espírito e por consequência a natureza faz seu trabalho ao caçá-lo.

Olhando assim, parece que a natureza é a vilã da história, mas se formos ver bem o vilão é o homem e a natureza apenas busca a vingança por aquilo que lhe foi tirada, tanto é que ao final vemos Jonas sendo devolvido depois que ele quebrou o celular onde filmou o funeral e libertação do espírito aprisionado. Agora teremos mais um tripulante a bordo, mais um câmera que tanto Clark queria, mesmo ele querendo sua morte também aqui, enfrentando até Tess, seu amor não mais correspondido.

As brigas por quem vai ser capitão também foi um marco aqui, mas foi tudo instigado por Clark em busca da audiência. Esse reality show promovendo o espetáculo em forma de documentário feito por Clark não difere muito do que vemos por aí e a forma com que diretores instigam participantes a lutarem entre si. Para uma série, neste quesito parece até uma certa crítica aos nossos convencionais Reality Shows. Só uma comparação desnecessária, mas tudo bem.

A fonte despertou em Kurt o interesse. Agora sim ele descobriu o que o Emmet realmente queria. Mas minha dúvida é quanto à verdade sobre ele em relação à fonte. Ele é um protetor da Fonte ou um mercenário atrás da fonte? A fonte é onde está toda a energia da floresta, e é lá que Emmet queria ir, achar e se deliciar com as energias da floresta amazônica. O problema é o perigo que está por lá e o que o aprisionou.

Fico imaginando a cena onde encontrarão Emmet Cole e ser bem onde o barco foi abandonado por ele mesmo. Apenas uma suposição, pois não dá pra compreender irem tão longe, praticamente navegando durante horas e de repente eles estarem a quilômetros de distância de onde deveria realmente estar.

Acredito apenas que este episódio marcou bem o que não deve ser feito em The River. Se querem nos dar um suspense, um terror, que seja verdadeiramente assim e com momentos de tensão. Se não quiserem, que anunciassem a série como uma aventura. Foi apenas este episódio, é verdade. Mas já é um alerta, pois as cartas de Jahel, - a Maddy do Terra Nova versão latina - parecem não mentir e no final vemos ela tirar uma delas.

Até a próxima!

Review - Person of Interest - 1x16 - Risk


"Olá John, quanto tempo"

Spoiler:

Confesso que não esperava, pelo contrário. Me preparei para tecer algumas críticas quanto a história esquecida que antes era o foco principal da história paralela aos casos de cada episódio. Mas vejam só, novamente Person of Interest me surpreende e nos traz a gratíssima surpresa de Enrico Colantoni, o Elias que fora deixado lado por um bom tempo.

Imagine só você preparado para tecer estas críticas, mas vem um final surpreendente, num episódio tenso e muito bem roteirizado, trabalhado a tal ponto de no final ficarmos de boca aberta. Quem imaginaria tudo isso e de repente Elias ser o verdadeiro mentor de todo o esquema de investimento de ações e a corrupção, inclusive o crime final. E vamos ser sinceros? Fiquei sem palavras para comentar sobre o episódio pela ótima surpresa.

Estamos a passos largos para o final da temporada e até aqui podemos ver que a história fluiu, assim como a própria série e os atores. Principalmente quando eles tocam na ferida em forma de denúncia ou até mesmo quando despertam o imaginário humano com teorias da conspiração nos fazendo acreditar até no envolvimento do governo em tarefas um tanto quanto maléficas, para ser um pouco mais doce com eles.

Confesso que gostei de ver Matt Lauria em Person of Interest, principalmente por ter sido um daqueles apaixonados por Friday Night Lights e hoje vejo o legado deixado pela série com excelentes atores. É notório o amadurecimento do ator que aqui interpreta Adam Saunders, um típico figurão de Wall Street que faz negócios nebulosos junto a sua chefe, com quem tem um caso também e são investigados pela CVM, mas é Adam que acaba descobrindo uma fraude e porventura acaba sendo perseguido.

Seu papel de moleque playboy apadrinhado no ramo de investidores foi tão perfeito que cheguei a me enojar, porém quando viu seu império ruir, a humildade veio à tona e teve que reconhecer que seu passado não era apenas com relação a seu tio como família e tutor, mas também que seu pai realmente o abandonou, seu império ruiu, mas suas habilidades ainda são as mesmas para fazer negócios.

Além de Elias, achei a resolução final para o episódio algo que pode ser clichê, pode ser chamado de mais do mesmo, mas é aquilo exatamente que nós no fundo esperamos da série. O café com leite muito bem feito e recheado de surpresa para completá-lo. Adam apareceu para destruir seu melhor amigo que lhe prejudicava, assim como o "O CARA" da CVM, que o ajudava. Seu amigo Paul preso, "O CARA", Doug assassinado por Elias como um suicídio.

Enfim, tudo isso não aconteceria por acaso. Algum profissional estaria por de trás. Como disse a própria Carter, então é aí que entra Elias, é aí que entra a solução e talvez o nosso caminho para um término de uma ótima temporada, a Grande Cartada de Reese, desmascarar Elias e sua guerra pessoal.

Rapidinhas:

• A Carter quando entra no táxi que já havia sido pedido por Finch para ela pegá-lo e ver que quem dirigia era o Finch foi de fato cômico. Incrível sua reação.

• Vale ressaltar que conhecemos mais um pouco da história de Reese. Semana passada tivemos algo interessante sobre sua vida antes de ser queimado como agente da CIA. Hoje vimos onde ele viveu durante tempos no anonimato, com um grupo de moradores de rua num grande galpão que foi até comprado por Adam, em agradecimento por terem o abrigado. Achei legal, principalmente ver como Reese, apesar de ser durão, mostrou Joan, a moradora de rua que cuidou dele.

• Que cena tocante quanto à pergunta de Joan sobre quem cuida dele atualmente. E a resposta sendo "Uma nova pessoa", mostra o lado Finch de ser. Alias, o homem que ele investiga pelas costas e a máquina detectou e nada mais foi falado.

Até a próxima na esperança de que tenhamos mais um episódio excelente como este.

True Blood ficará sem Alan Ball após a 5ª Temporada

Allan Ball deixará a série True Blood. De acordo com a revista Forbes, porém ainda não confirmado, Ball deixaria o cargo após o término da 5ª temporada.

Ball deixaria de ser o Showrunner da série e passaria a ser um supervisor, deixando de acompanhá-la de perto, mas ainda assim deixando-a nas mãos de talentosos produtores e roteiristas. Ele continuaria a ter participação no show, mas de forma mais distante agora.

Fonte: TVLine

27 de fevereiro de 2012

Aimee Teegarden (Friday Night Lights) vai estrelar The Selection, novo piloto do canal CW

A atriz Aimee Teegarden (Friday Night Lights) vai ser a estrela do piloto de The Selection no canal CW. A série  é descrita como um romance épico situado 300 anos no futuro centrado em uma jovem pobre que é escolhida na loteria para participar em uma competição para se tornar a próxima rainha em um país conturbado.

O projeto é baseado na série de livros da escritora Kiera Cass.


Fonte: TVLine

Veja a preview da segunda temporada de Falling Skies

Falling Skies já está a todo vapor com sua produção para a segunda temporada. A série vai voltar para contar o que houve com Tom depois de ter tomada a decisão de ir com os alienígenas no final da temporada passada. Tom espera que concordando em dialogar com os invasores, ele não só libertará seu filho, Ben da influência deles mas também descobrirá qual o plano dos aliens.



Confira a preview:


Fonte: TV By The Numbers

Confira o trailer da nova série da HBO, "Veep" que estreia em abril


Julia Louis-Dreyfus (Seinfeld, The Adventures Of Old Christine) estará de volta a TV na série Veep, que estreia no canal HBO.

Na nova série, Julia interpretará a Senadora Selina Meyer, a nova vice-presidente dos EUA e que aprende rapidamente que seu trabalho não era exatamente o que ela esperava.

Veep estreia no dia 22 de abril e ainda conta com Sufe Bradshaw (Overnight), Matt Walsh (Outsourced),Tony Hale (Arrested Development), Reid Scott (My Boys), Tim Simons (Days Together) e Anna Chlumsky (My Girl) no elenco.

Confira o trailer:


Fonte: Huffington Post

NBC dá sinal verde para projeto de J.J. Abrams e Eric Kripke

O projeto da série "Revolution" está perto de sair do papel.

Do criador de Supernatural, Eric Kripke e do produtor executivo J.J. Abrams (responsável por nada menos que Lost), Revolution será um drama com muita ação que acompanhará um grupo de personagens que estão lutando para sobreviver e se reunir novamente com as pessoas que amam em um mundo onde todas as formas de energia deixaram de existir misteriosamente.

Quem não está curioso com o novo projeto desta mente brilhante?

Fonte: TVLine

Review: Hawaii Five-0 - 02x17 - Kupale (Defender)


Prevísivel de novo!

Veja só, estamos falando de mais um episódio previsível da série Hawaii Five-O. Nem queria entrar a fundo nestes detalhes, mas acho necessário mostrar alguns pontos onde a história não muda, tornando-se um vício grande, além das cenas clichês. Como de costume e sabendo o quanto complico as coisas, apesar disto tudo até gostei de algumas coisas que rolaram por aqui.

Spoiler:

Steve volta de suas férias com sua casa detonada por Danno. É incrível como o cara conseguiu o feito de fazer uma pilha de roupas morando na casa de um amigo onde vivem entre o amor e o ódio. Danno não vai namorar muito tempo assim.

Brincadeiras à parte, vamos ao papo sério. E o sério aqui hoje é que tivemos aquele episódio onde os rodeios voltaram, onde o personagem que é o assassino não é o suspeito e outros dois suspeitos sempre são perseguidos, apreendidos e julgados pela equipe 5-0. Quem já não desconfiava de Tony Dennison, sócio de Brandon Koruba? Minhas desconfianças sempre vão para os primeiros entrevistados, assim como Megan Koruba também passou pela minha cabeça, mas descartada horas depois quando ela conversou com a Kono. Ou seja, previsível até certo momento.

Sinceramente? A história até foi boa, mas sinto que é necessário aquele "feeling" a mais e um capricho para nos darem histórias novas. Por exemplo, Wo Fat. Onde está Wo Fat? Morreu a história? Estão fazendo nós nos esquecermos de Joe White forçadamente e por acreditar terem deixado lacunas que nunca serão fechadas e/ou compreendidas? É algo a se pensar seriamente quanto à série, principalmente pelo carinho que temos com uma série gostosa de assistir, mesmo com tantos defeitos.

Mas todo o envolvimento dela com a história e a cultura havaiana, passando por elementos característicos daria até para se pensar que é uma forma de divulgar o Havaí (confesso que tenho vontade de conhecer o lugar por conta da série). Mas é necessário, inclusive aquele excesso de personagens que muitos poderiam criticar, mas é a tentativa de dar realismo - ou não - a história. A solução da história também me pareceu um pouco previsível, mas eu particularmente gostei dela. Por exemplo, quando Danno e Steve desconfiavam da esposa de Koruba, após conversa com Kono a primeira coisa que pensei era a vingança e não do envolvimento dela e não deu outra. Mas neste caso eu acho válido, pois dão uma alternativa até para desconfiarmos do contrário, é que fui insistente na ideia e principalmente no tempo do episódio.

Quanto à atuação dela, dispenso comentar. Mas quanto a Steve ”MacGyver”, novamente tivemos uma aula de "MacGyverismo". Sua subida ao telhado é assinada pelos melhores samurais que o império japonês pode ter. Fora o toque na moto jogando o ativista Kevin Creed no mar. Considero as cenas de Steve as mais pitorescas das séries, mas ao mesmo tempo sem elas não teríamos do que rir e muito menos teríamos esta ação toda e emoção o tempo inteirinho. Valeu a aula de Steve MacGyver.

Mas nem tudo é terrível. Quem está de volta à série? A namoradinha de Danno, Gabrielle. Pelo visto eles se assumirão como casal, levando a crer que todo o sentimento de Danno por Rachel já foi ou está sendo superado. Pelo visto teremos um pouco mais da garota também que volte e meia some. Isso é bom, pois é o drama pessoal de Danno na história, já não bastando o amor dele por Steve.

Rapidinhas:

• A cena do celular logo que abriu o episódio é a típica cena clichê que menciono no começo. Sempre acontece!

• Tenho gostado desta ação toda. Apesar das minhas críticas, eu sempre digo que algo bom é preciso manter ou melhorar. É bom dar uma inovada. Vale lembrar que não tenho feito críticas a Hawaii. Principalmente do belo episódio passado.

• Caros amigos, o que foi aquele Merchan da Tablet com Windows 7 e o Windows Live Messenger como uma espécie de conferência via chat/vídeo? Forçaram a barra e não é a primeira vez. Lembra do sanduíche do Subway do Kamekoma? Ao meu ver até foi negativo aquele Merchan.

• Confesso! Senti falta da Lori.

Review: Fringe - 4x14 - The End Of All Things

 
Spoiler:

Palmas! É magnífico ver um episódio inteligente, intrigante e tenso como este "The End Of All Things". Quando todos choravam até o sétimo episódio que a temporada não tomava corpo, surge um episódio atrás do outro em que nos surpreende, mas talvez nada como este, onde gera um misto de confusão, dúvidas, certezas e principalmente, vemos uma porta sendo desenhada para um final, mas com uma brecha enorme para uma continuação. Poucos sabem fazer isso e nos prepararem para o bem ou mal do futuro da série, dando esse maravilhoso exemplo de como se escrever um roteiro que pode ir para ambos os lados, o fim ou a continuação.

Não sei quem acompanhou minha linha de raciocínio quanto a isto, mas vejo esta história, principalmente por conhecer mais a fundo a história dos "Observadores" (que é uma das principais, se não a principal questão e dúvidas da gente), como o princípio para o fim, porém ao mesmo tempo, uma lacuna que pode ser explorada ainda mais caso ganhemos mais uma temporada.

Sabermos através do Observador September, o mesmo que fora baleado e apareceu para Olivia, que eles na verdade são do futuro, futuro este fruto da ciência ao ponto de conseguirem viajar não só no tempo, mas estarem presenciando tudo ao mesmo tempo em diversos momentos, em diversos lugares, só nos faz crer realmente que Fringe mostra o quanto o ser humano é seu próprio Deus. Não entrando no mérito religioso ou demérito do mesmo, mas deixando claro que é uma ficção científica e assim é minha visão também, apenas uma excelente história com um roteiro brilhante e grandes inspirações para a obra.

September lutou para conseguir alinhar o tempo novamente, já que deixou de ser apenas um Observador. Vemos isso sendo bastante explorado na história quando Peter entra em sua cabeça. A descoberta da cura pelo Walternativo, o pai verdadeiro de Peter foi perdida através do September, que acabou por distraí-lo. Com isso ele quis consertar o ‘inconsertável’ e por descuido acabou virando uma bola de neve. Em suas próprias palavras, houve uma corrupção da linha do tempo.

Quando a história de Olivia, toda a teoria criada com base em Nina que estava presa foi por água abaixo de novo. Assim como disse em outras reviews, Fringe é magnífico por conta destas suas surpresas. Apesar de desconfiar dela já logo de cara quando a verdadeira Nina Sharp é interrogada, a FakeNina conversa com Olivia e evidentemente dá sinais de que realmente ela não é a verdadeira Nina.

Jones reproduziu a cena onde explora o poder de Olivia direitinho. Até então pareceu se fazer de sonso. Será que ele sabia de tudo realmente? Ou suas memórias também foram apagadas? Só sei que o corpo foi remontado em nível atômico. Mas quem remontou? Seria a Nina (B) o mesmo que ele? Afinal, metamorfo ela não é. Possibilidades já descartadas por Broyles.


Una tudo isso e vejamos o Glyph Code, Unite. A união feita por Peter e September? A união entre Olivia e Peter? Ou pode ser a união que salvará o tempo de Peter para que ele volte para casa, que agora vejo definitivamente ser nesta linha do tempo atual, mesmo que Walter julgue não ser e Peter agora está convencido de que ela realmente não é a Olivia dele. Ou a união dos mundos está próxima?

É aguardarmos 4 semanas para enfim chegarmos aos 8 episódios finais da temporada ou da série. Quem sabe neste meio tempo não tenhamos novidades.

26 de fevereiro de 2012

Review: Once Upon a Time - 1x13 - Whatever Happened to Frederick


 Spoiler:

Compreender algumas situações dos contos de fada aliadas à mitologias foi a função de Once Upon a Time. Mas muito mais que isso, vimos Abigail/Kathryn e o seu real motivo de ser uma pessoa tão amargurada assim que abriu seu coração ao ajudar James/David a escapar de seu pai com o intuito dele ajudá-la com seu amor verdadeiro que em batalha foi transformado sem querer por seu próprio pai - Rei Midas - em ouro.

Não gostaria de entrar na questão técnica que os personagens tomam com mitologias e tomando corpo para diversos outros personagens podendo nos levar a contestar. Não! É maravilhoso ver essa ligação, onde personagens tomam corpo de outros, parecendo até absurda, mas acaba sendo encantadora.

O ritmo que os episódios de Once Upon a Time tem nos proporcionado é de fato um pouco desgastante. Ao meu ver era necessário imprimirem um algo a mais numa história que é realmente muito boa. Se partirmos do princípio que no episódio passado Rumple também foi A Fera (e por aqui não foi muito diferente com James/David em sua versão menos sem graça dos contos), a série chega a ser fascinante, mas infelizmente sinto falta daquele sentimento a mais dos produtores para fazer da série um marco.

O foco em Branca de Neve, Abigail e James realmente foi fantástico. Deu pra compreender perfeitamente os motivos que nos levam a crer que o casamento dos dois não daria certo fora dos contos. Como citado logo de início, aqui vemos ainda os motivos que fizeram Abigail ser ruim, seu amor aprisionado a uma estátua de ouro salvo por James ao enfrentar a Sereia, criatura da mitologia Grega que atraia homens a fim de matá-los. Mas a sua voz não servia para encantar os homens como na mitologia, era se transformar em algo que eles desejassem a fim de atraí-los para o meio do logo, que por sinal tinha uma água milagrosa. James a matou!

Falando em milagrosa, o misterioso motoqueiro levou Emma para este lago que em Storybrooke é um poço. Eu sou daqueles que ainda tenho meu pé atrás com o August W. Booth. Não é que ele não me convença, é falta de confiança mesmo num personagem misterioso e que descobrimos seu nome apenas agora. Fora o fato de ele recuperar o livro ou mudar sua história. Tenho minhas dúvidas quanto à bondade dele ou não. Mas algo me deixou com a pulguinha atrás da orelha, principalmente quando ele cita Henry ser um garoto esperto por seguir as mesmas linhas de pensamento dele quanto aos mitos e contos que envolvem a cidade. Detalhe que até a própria Emma desconfia dele saber tanto.

Um dos pontos fracos é o David realmente. Não dá pra compreender seu medo de enfrentar os problemas, sua covardia, sendo ele um príncipe nos contos e enfrentando monstros. Na verdade não dá pra aceitar muito bem esta mudança. Foi sua covardia que acabou estragando e ferrando muito a Margareth.

Kathryn partiu da cidade e se deparou com seu prometido dos contos. Detalhe que ela já havia esbarrado nele na escola quando foi conversar com Margareth. Ali eu percebi já que era ele, nenhuma surpresa. Impedida de sair da cidade, ela bateu com o carro. Seria este o motivo de David não se lembrar de sua história antes de um tal acidente? Ele também partiria dali? Estão todos condenados a ficarem pela cidade? Problemas para David que terá que cuidar dela, muito provavelmente.


Regina tem a chave de tudo. Não sei quem reparou, mas ela abriu a casa de David desta forma para pegar a carta onde Kathryn diz para que ele e Margareth ficarem juntos. Sim, é o controle da Bruxa Má sobre a vida das pessoas. Só senti um pouco de falta de Mr. Gold na história de hoje. Mas achei totalmente linda essa mitologia toda envolvente e que nos traz um pouco mais de mistérios da cidade de Storybrooke.

PS: Confesso que troco os nomes em Once Upon a Time. Desde já peço desculpas caso alguma falha passe despercebida como Kathryn de Storybrooke ser chamada de Abigail de “Era uma vez”.

Até a próxima.

25 de fevereiro de 2012

Liberado novo trailer da segunda temporada de Game Of Thrones

A HBO liberou mais um trailer da segunda temporada de Game Of Thrones. A temporada tem data marcada para o dia 1 de abril e promete guerra, novos personagens e muito mais.






Confira o trailer:

Review: Alcatraz - 1x07 - Johnny Mckee


Minhas teorias sobre o Dr. Beuregard caíram por terra. Confesso que toda história anterior me levou a crer naquilo e até me enganar. Mas como sempre falo por aqui e em outras séries com estes mistérios todos, quando as teorias criadas vão por água abaixo é melhor até do que quando acertamos, pois vem a surpresa, o inesperado.

Spoiler:

Mais uma vez vimos uma atuação muito regular de Sarah Jones, a Rebecca Madsen. Por vezes olho para ela e imagino ser apenas um rostinho bonito realmente que chama a atenção para a série. Mas a sua atuação até segurando uma arma chega a me incomodar. E o que me irrita é que só falta ela fazer uma forcinha para melhorar. Sabe quando você sente que a pessoa pode e é capaz?

Johnny McKee, um químico e especialista em envenenamento que deixou rastros de vítimas ao longo dos tempos. 50 anos depois ele continua deixando, basta as vítimas lhe ferirem ou lhe tratarem mal, mas nem sempre. O episódio que marcou pela descoberta repentina de Dr. Soto, que por sinal é o episódio também onde dão mostras de quanto Jorge Garcia é insignificante na história e ele se submeteu a isso aceitando ser um dos personagens principais e não o é. Quando deram importância a Hauser se esqueceram de Dr. Soto.

Mas vamos ao que interessa. A história me pareceu mais uma daquelas de sempre, um toque de mais do mesmo e um sentimento de que a história precisa de uma continuação episódio após episódio. Quando li que as produtoras estão com medo de darem histórias contínuas, logo abracei a ideia de que era verdade e Alcatraz é uma delas, se não a principal. Quando falamos de investigação criminal, CSI, Cold Case, entre outras tantas séries, compreendemos perfeitamente esta proposta, mas Alcatraz sugere algo a mais, parecem que temem errar como tantas outras erraram quando foram comparadas a séries consagradas e que por acaso também erraram, acertaram, voltaram a errar e consertaram suas histórias.

Não sei quem concorda comigo. Mas é preciso de uma história paralela ao menos, já que não teremos uma história continuada. A premissa da série é o que chamou a atenção para ela, mas estão matando Alcatraz aos poucos. Vide Fringe, suas histórias tem (por mais que tenhamos caso episódio após episódio) uma história paralela sobre os mundos e os mistérios que rondam por lá.

Alcatraz pegou a mania de lançar mistérios atrás de mistérios e acabamos ficando lotados deles para resolvermos e não temos solução alguma. Uma pontinha no Lost na esperança de criarem até blogs especializados em desvendar teorias? Eu não sei, mas sinto falta de mais objetividade e uma história paralela.

Aqui tivemos o Johnny, nos apresentaram quem ele era, o que fazia, como era, quais os motivos que ele envenenava as pessoas. Pronto, acabou. O prenderam após uma luta épica entre ele e Rebecca que o jogou sob os trilhos do metrô onde ele foi eletrocutado e ela tocou nele numa boa. Mas sabe a parte boa da história dele realmente? Sua ligação indireta com Jack Sylvane, que por sinal é para mim o mais carismático dos atores, com exceção de Soto. E a história do Jack deu mostras que não irá parar por aí, vejo Hauser logo logo recrutando-o para sua batalha e sua caça aos outros prisioneiros de alta periculosidade. Ele mudou e foram estas as palavras dele. Deu a entender que também não sabe os motivos que o fizeram parar aqui. Mas dá pra levantar algumas teorias: viagem no tempo? Ok! Não vamos viajar tanto assim.

Eu sou daqueles que continuam apostando em séries que tem sua premissa boa, mesmo que destruam aos poucos aquele sonho de uma boa história criado por ela. Foi assim com Flashforward, foi assim com Day Break, foi assim com Fringe que começou mal e hoje é o sucesso que é, mas mesmo ainda falta um pouco de audiência. Alcatraz continuará tendo minha aposta, mas é preciso melhorar. Elogiei bastante nos primeiros episódios, mas já estamos no sétimo e sinto falta deste paralelo.

Até quando Lucy ficará em coma? Gosto da personagem, a acho essencial para a trama. Vemos o quão responsável ela é por cada um daqueles prisioneiros e tenta tratá-los da maneira mais responsável e correta possível, já Dr. Beuregard... Mas acredito que será através dela que Madsen descobrirá a nova Alcatraz, o que Lucy é e sobre o Dr. Beuregard quando Jack Sylvane menciona que ele ajudaria falando sobre Johnny caso não visitasse mais Beuregard. Ele ainda deu dicas sobre Tommy e o tal buraco abaixo do buraco que tem em Alcatraz, o que não dá para prever e imaginar o que realmente seja. O que será? Seria aquele buraco onde Warden levou Harlan no episódio do Cal Sweeney?


Para finalizar, usaram neste episódio Jules Verne, escritor francês cujas narrativas eram para ser consideradas obras primas. Não vou me aprofundar nelas, mas acho que nossos roteiristas poderiam ter se aprofundado um pouco mais. "O futuro é agora” e poderia ter sido o futuro da série. De qualquer forma acho que o episódio teve uma boa saída para os próximos. Espero que o futuro da série seja agora também e essa ficção, assim como Jules Verne adorava escrever e prever os futuros, seja promissor para Alcatraz.

Levem este último comentário apenas como uma crítica, mas se quiserem viajar um pouco e acreditar realmente na ligação entre a ficção de Jules e suas previsões do futuro para Alcatraz, fiquem à vontade. Pois até eu viajei um bocado, os roteiristas poderiam também.

Robert Knepper (Prison Break, Heroes) entra para o elenco de Cult da CW

Para os órfãos de Prison Break (e também para os que não são, mas gostam de ver boas atuações) aqui vai um notícia ótima. Robert Knepper, o eterno T-Bag e que também participou de Heroes, entrou para o elenco da série Cult do canal CW.

Knepper será Roger Reeves, um ator que interpreta um carismático líder de uma seita em um programa mostrado dentro da própria série.
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A atriz Jessica Lucas (Melrose Place) também faz parte do projeto e fará uma assistente de produção que trabalha com um blogueiro para investigar os fãs fanáticos, que podem estar recriando os crimes do programa.

O projeto é dos produtores Josh Schwartz e Stephanie Savage(Gossip Girl) e o roteirista Rockne O'Bannon (V, Farscape).

Fonte: TVLine

Martin Lawrence estrelará piloto de série de comédia policial no canal CBS

O famoso ator Martin Lawrence, conhecido por seus inúmeros papéis em filmes de comédia será a estrela de um piloto de uma série de comédia policial ainda sem título.

Lawrence será um viúvo, pai de duas adolescentes que, após perder o emprego no ramo da construção, decide ir para a academia de policía e se torna um policial aos 46 anos de idade.

Mike Lisbe e Nate Reger (Just Shoot Me, $*#! My Dad Says) serão os roteiristas e produtores executivos.

Fonte: InsideTV

24 de fevereiro de 2012

Review: One Tree Hill - 09x07 - Last Known Surroundings


"Tenho que fazer tudo sozinho?" - Policial Stevens

Spoiler:

Surpreendente! Imagina só você que passa episódio após episódio enquanto Nathan está aprisionado acreditando estar vendo o vilão da história e descobre que está totalmente enganado? Pois é minha gente, o policial Stevens quis ajudar Haley e acreditamos nisso, não é? Mas logo dava pra desconfiar, de repente não mais. Foi aquele misto de vai e vem de dúvidas e certezas que culminou num final surpreendente e imprevisível. Não era só o Russo o grande vilão, e sim o policial junto com ele. Policial de mesa frustrado por não ter tido oportunidade de ser detetive.

Confesso que não sou um daqueles grandes fãs de histórias que nos levam à fuga de um sequestrado e ele voltar a ser pego. Seria uma dose de mais do mesmo, mas aqui nem tudo foi tão assim, me pareceu até necessário por mais desgosto que tivemos com o resultado final. E pra piorar a situação, o traficante que Dan ameaçou caso mexesse com a família dele novamente, também está envolvido nisso tudo. Mas isso já era esperado, não?

A história rendeu enquanto o foco era Nathan, e em algumas horas, Brooke. Mas duvido que alguém tenha gostado enquanto estávamos assistindo uma sessão ou aula de psicologia envolvendo Clay. Conhecer a fundo o seu problema é bom, chega a ser interessante, mas se aprofundar como se aprofundaram, foi um tanto quanto cansativo. Salvo por Nathan, Haley e Lucas que apareceu e já partiu. Ou não?

O sentimento que tenho assistindo este sétimo episódio, faltando apenas seis para acabar a temporada e consequentemente a série, é um pouco de tristeza e certeza que Mark Schwahn acertou em cheio para este final, quebrando até mesmo a cara dos críticos, assim como critiquei também, por ter criado um final tão perfeito para a série na oitava temporada (já que o final estava praticamente certo, mas a série foi salva nos últimos minutos) com aquela cena de Jamie simulando Lucas Scott na ponte. E quando achamos que já não existiam mais boas histórias em Tree Hill, Mark tinha mais, tinha algo mais e novamente surpreendeu, principalmente trazendo histórias antigas de volta, sentimentos que não ficaram no passado não, mas fatos que poderiam acontecer no dia a dia, como a volta de Xavier.

Quanto a Lucas, sinto aquele misto de "só isso?" com "ele não vai embora". Bom, é simples. Ele veio para pegar as crianças e neste momento deixar Haley mais tranquila quanto à segurança delas e principalmente deixá-la focar mais em Nathan. Mas acreditei fortemente que ele permaneceria na série, permaneceria em Tree Hill, mas tudo indicou que foi só isso a participação dele, ao menos até o final. Porém ficou um pinguinho de esperança quando Jamie o abraçou, de que ele não parta realmente e fique para ajudar a família a encontrar Nathan.

A polícia não tem feito muito por Nathan, mas começo a desconfiar dos motivos que não fazem. Stevens! Compreendi perfeitamente o porquê que a polícia não ajuda quando ele apareceu envolvido na história do sequestro. Ele realmente não está passando ou fazendo um boletim de ocorrência real como denúncia. Ou seja, a polícia não sabe. Mas como se os jornais anunciaram? Bom, eles anunciaram o sumiço, anunciaram que ele não voltou e que está sumido, mas em nenhum momento anunciou o sequestro. Talvez no Boletim esteja apenas como sumiço e nada mais que isso, nenhuma queixa, etc. É possível, mas não é certeza. Apenas uma hipótese.

As investigações realmente acontecem com Dan e Julian. Com o vídeo do Nathan enviado ao Jamie, eles descobriram o símbolo de uma gangue em uma das favelas do leste europeu. É exatamente aí que irá entrar Dan e Chris nas cenas que vimos no começo da temporada como flashforwards. Ou seja, as peças vão se encaixando e todas aquelas hipóteses levantadas de que poderiam sim ou não acontecer, realmente aconteceram e estão acontecendo.

O próximo também é Chase. Talvez já dê para sabermos os motivos de que ele será preso. Chuck! O pai de Chuck o abandona como sempre fez, mas para piorar Chuck tem um machucado e mente sobre o que realmente é aquilo. Logo Chase desconfia, é nítida a sua desconfiança. O problema é o que Chase fará para o pai de Chuck? Lembrando que ele estava a dois dias de retornar para a Aeronáutica, logo deixaria Tree Hill por um bom tempo. Agora o vejo não indo e continuando na cidade. Ainda sobre ele, ele e Chris estão superando a insignificante, mesquinha e personagem sem graça da Tara, haja vista a festinha feita com duas garotas de programas.

Continuo a afirmar! Mark mandou bem nas histórias passadas. Agora daremos uma solução definitiva para Xavier. Isso é legal de se ver, por mais que tornasse algo repetitivo, acredito que Mark vai saber fazer a coisa fluir direitinho para que isso não aconteça. Xavier vai voltar a aprontar, é só vermos ele livre observando Brooke.

Aguardemos o próximo episódio, lembrando que falta pouco para o final. Dá um aperto no coração, mas vamos que vamos fechar com chave de ouro e de preferência com Nathan livre. Por mais que minha preferência não seja sempre por finais previsíveis e felizes. A vida nem sempre é assim.

Até lá!

23 de fevereiro de 2012

Ator Sebastian Stan (Captain America e Gossip Girl) fará participação em Once Upon a Time

O ator Sebastian Stan, que participa do filme Captain America e também já esteve em Gossip Girl, agora fará parte do mundo dos contos de fada de One Upon A Time.

Stan fará o Chapeleiro Maluco na história de Alice no País das Maravilhas e o episódio contará como ele ficou maluco. Como nas outras histórias, haverão diferenças: "A primeira diferença que vocês notarão é quem o Chapeleiro Maluco foi e sua história do passado. Depois, o que o País das Maravilhas é e suas mudanças são algo que queremos explorar.Esperamos que o episódio conte a história do Chapeleiro, mas também te deixe com algumas perguntas sobre o País.", diz o produtor-executivo da série Edward Kitsis.

O episódio se chamará "Hat Trick" e vai ao ar no dia 25 de março.

Fonte: TV Guide

Confira promo e sneak peek do episódio 9x08 - A Rush of Blood To The Head de One Tree Hill

One Tree Hill está cada vez melhor mas infelizmente está chegando na reta final. Para você que é fã e não aguenta esperar por novidades, confira os dois vídeos do próximo episódio da série:






Promo:


Promo estendida:



Sneak Peek:

22 de fevereiro de 2012

Review: The Secret Circle - 1x15 - Return


Sem rodeios para começar a review, até porque a própria série nos apresenta diversos dela. Mas não que seja totalmente ruim, o problema são as repetições de casos com personagens diferentes, a salvação - sim, salvação mesmo - fica por conta dos pequenos detalhes que podem nos intrigar um pouco.

Spoiler:

Jonh Blackwell está em Chance Harbor. Segundo ele, com o intuito de proteger Cassie. Quando ele pede o medalhão para Cassie percebo nitidamente que o intuito dele é apenas ter os poderes de volta e não proteger realmente a Cassie, assim como ela mesma interpretou. Mas querer o medalhão e partir? Cassie destruiu e ele não tem poder.

Até aí a história de seu aparecimento, assim como a história da namorada de Lee que estava desacordada (e nos surpreendeu quando ela acordou), foram muito boas. O resto da história é que não me pareceu novidade, por mais necessário que fosse. E quando falo rodeios, não digo que a história enrola sempre numa situação única, às vezes acho que até falta isso um pouco, mas falo de termos histórias semelhantes com personagens diferentes.

Por exemplo, a história do Eben. Poderíamos ter um pouco mais de envolvimento dele na trama, um pouco mais de história a ser contada através de Cassie e Blackwell. Mas não, tivemos uma solução rápida e aparentemente superficial. Salvo pelas aparições, pela ação que, apesar de fazer parte deste rodeio, acabou sendo interessante ver como é fácil manipular um bruxo.

Vermos Jake e sua paixão pela Cassie foi outro ponto crucial para os próximos capítulos. Não esperando uma Malhação onde toda a trama tem a mocinha sofrendo e que termina com o namorado sempre por conta de uma vilã, acredito que em The Secret Circle teremos apenas um rival a altura para Adam, apenas pra mexer um pouco com a cabeça de Cassie quanto aos seus sentimentos, mas esse tipo de história não se deve aprofundar também.

Cassie conheceu seu pai e ele aparentemente parece mostrar seu valor atual, suas mudanças e seu arrependimento por um dia ter tido o poder. Em suas próprias palavras, ele menciona que gostaria que os anciões tivessem tirado o poder dele faz tempo. Mas fico com um pé atrás com relação a ele, até por que ele queria o medalhão.

Agora de fato todos saberão do retorno de Blackwell a Chance Harbor. Ethan é um deles e de forma bem artificial demonstrou sua surpresa e medo. Os conselhos dele para Adam permanecer longe foram o suficiente para desconfiarmos realmente de Blackwell, principalmente se formos pensar como imaginávamos ele antes e como ele é realmente. Não parece a mesma pessoa, não sei se vocês tiveram a mesma visão quanto isso, mas sentia ele como alguém do "mal" realmente.

Agora é aguardamos o desenrolar. O episódio teve uma história boa, apenas. Mas se partirmos do princípio do que poderá vir por aí, foi uma brecha enorme para uma guerra entre bruxos e caçadores. Além de quem realmente é a namorada desacordada de Lee e o que ele aprontou pra Faye. Pois o galho quebrado e o beijo me pareceram selar o feitiço para canalizar os poderes e passá-los para sua namorada.

Até a próxima!

Review: The Walking Dead - 2x09 - Triggerfinger


Spoiler:

Um início tenso, com muita ação e conflitos, porém o drama começou a tomar rumo calmo demais quando a história se resume em Rick, Lori e Hershel. A vida é boa e vamos continuar assim. Não é bem por aí.

Os problemas pessoais e o drama são evidentes, pode ser o foco principal da história, mas não é só disso que vive a série, até pelo fato de analisarmos o episódio e vermos a ação apenas com relação a um grupo que veio em busca de Dave e Tony, os mesmo que foram assassinados por Rick no episódio passado.

Confesso que gosto desse toque ruim no Rick, porém protetor e sentimental. Não sou da turma do Shane, como muitos que conheço e vejo por aí são. Mas é preciso lembrar que a série tem outras histórias a serem contadas muito além do dramalhão e principalmente da gravidez de Lori e Rick e por mais que concorde que as terras são de Hershel, independente de estarmos num apocalipse zumbi onde ninguém é de ninguém ou pelo menos é assim que aparenta, Shane tem muita razão em muita coisa, se não fosse sua insanidade com relação à Olivia Palito.

Não dá para continuar choramingando também a falta de ritmo com relação aos walkers. Se tivemos 2 minutos deles foi muito, então as reclamações passaram e o tom da review precisa cair na real com o que está acontecendo e analisar isso por agora.

Bom, começo a ver o fim da linha para Shane em The Walking Dead. As pessoas não só começam a desconfiar de seu caráter duvidoso, como de ter assassinado Otis. Shane parece ter mudado suas ações e reações a partir do momento em que Rick voltou. Não sei se é o sentimento da perda daquela que ele teve em poucos meses, nem esperando o corpo de Rick esfriar (caso realmente tivesse morrido) , mas Shane está por um fio e os boatos da saída do ator, que inclusive já teria assinado com outra emissora para atuar em outra série já começaram e começaram fortes.

Ele virou um personagem odiado não só por outros personagens, mas por muitos que assistem. Claro que tem o Time Shane, e não são poucos, mas quando há uma divisão e há certa raiva entre fãs, é de se suspeitar o fim para este personagem. Rick totalmente bobão ainda aparentava defender Shane quando Lori falava de suas mentiras e de suas desconfianças. Mas aí que tá, para todos assim como para ela, ele queria mesmo é que Rick tivesse morrido na cidade, assim como Hershel. Afinal, ele faria o que bem entendesse. O bom é ver ao menos que Lori abriu a cabeça de Rick, Rick não é o mesmo e nem se quer Hershel é de fato. Até tiro andou dando.

Vejo certo comodismo dos produtores em não sair da fazenda. Cortar gastos? Os custos estão sendo altos? As maquiagens dos zumbis o mesmo? Eu não sei! Mas é certo que fora da fazenda, seja na cidade ou na mata, a história sempre muda, sempre toma direções totalmente diferentes e sempre temos ação aliada ao drama dos sobreviventes, que é de fato o que queremos ver, não?

Sobre as atuações são sem sombra de dúvida impecáveis as de Gleen e Hershel. O primeiro, apesar de parecer superficial, demonstra realmente o seu medo pela morte se aproximando pela primeira vez. É o coração falando por ele e não a razão. Proteger pra que? E neste momento me recordo até de Otis e até começo a compreender um pouco Shane. Na hora "H", todos fariam algo para sobreviver, não digo matar ou atirar, mas correria. Segundo, Hershel é sem sombra de dúvidas o ponto alto dos atores na temporada. O bom velhinho simplifica o drama e não o exagera.

Adriana, Daryl, T-Dog e Carol são esquecidos ou deixados de lado por diversas vezes. Esqueço até mesmo que T-Dog está ainda na série. Lamento muito por Daryl, um personagem gigantesco na minha sincera opinião, ser abandonado assim. Principalmente de suas belíssimas atuações, mesmo tendo colocado seu lado sentimento à frente da razão e arriscou sua vida. Foi ali o ponto alto do personagem e simplesmente nossos queridos produtores e roteiristas o destruíram. Talvez o drama de Carol fosse tão exagerado que acabou destruindo aquele que para mim era o melhor do grupo.

A série precisa de um vilão! E não é o Shane. Shane é apenas mais um dos sobreviventes tentando salvar sua pele e a de seu grupo, mesmo que seja com espírito de liderança, dominador, beirando a insanidade. Mas é preciso pensar, cadê o vilão prometido? Cadê os zumbis? O que aquele garoto que resgataram por ter sido abandonado por seu grupo faz na fazenda?

Até o próximo episódio na esperança de que o grupo de Dave e Tony venham resgatar o garoto e acabemos tendo uma grande luta.

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