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Especiais

Confira os especiais que preparamos sobre as suas séries favoritas

31 de maio de 2012

Confira as fotos da festa de estreia da 5ª temporada de True Blood


Faltam apenas 10 dias para a volta de True Blood com sua 5ª temporada que promete ter muita ação e sangue.

Ontem, aconteceu a festa da estreia da nova temporada e todos os atores estiveram por lá, incluindo os novos que irão compor o elenco da série.

Confira as fotos da festa:





Kate Walsh pode deixar Private Practice depois da 6ª temporada


Os planos de Kate Walsh, da série Private Practice parece que não vão agradar os fãs da série. Segundo o site Deadline, a atriz planeja deixar o spinoff depois da 6ª temporada, que terá apenas 13 episódios.


Ainda não se sabe se a ABC e a criadora da série Shonda Rhimes irão manter a série depois da saída de Kate, mas os executivos do canal pararam de declarar a próxima temporada como a última.

Lembrando que o ator Tim Daly, que atua ao lado de Walsh, já anunciou que não retorna para a próxima temporada de Private Practice.

Fonte: TVLine

Atriz Katia Winter (Arena) entra para o elenco da 7ª temporada de Dexter


A atriz Katia Winter, mais conhecida por seu papel no filme Arena, entrou para o elenco para um papel recorrente na série.


Winter interpretará uma garota misteriosa, prostituta russa, que trabalha em uma boate de Miami, que terá como dono o personagem do ator veterano Jason Gedrick (Luck). Ela se juntará a outro ator confirmado para a temporada, Ray Stevenson (Rome) que fará um membro de alto escalão de um círculo criminoso da Europa Oriental.

A 7ª temporada de Dexter retorna no dia 30 de setembro.

Fonte: TVLine

Especial: Confira todas as novidades sobre as novas temporadas de Falling Skies e Burn Notice


As séries Falling Skies e Burn Notice retornam agora no mês de junho com suas novas temporadas. Quer ficar por dentro de todas as novidades? Confira o nosso Mini Especial das duas séries que traz fotos, promos, pôsters e muito mais.


   

30 de maio de 2012

Confira novos pôsteres da 7ª temporada de Dexter


A nova temporada de Dexter estreia no dia 30 de setembro e já estão sendo reveladas muitas novidades. Já postamos por aqui o teaser liberado pela Showtime que dá só um gostinho que o nosso serial killer preferido vai enfrentar.


Agora saíram MUITOS pôsters intrigantes que mostram um pouco sobre a nova temporada. Confira as imagens abaixo:


 

Berçário: Men At Work - 1x01 - Pilot - Primeiras Impressões



Nada de novo, de novo!

Spoiler:

Bem que tentaram, mas a emissora TBS não conseguiu inovar tanto assim nesta sitcom que conta a história de quatro amigos que trabalham juntos numa revista e demonstram união e (des)respeito um com o outro. Não é que Men At Work tenha sido ruim, apenas não inovou.

Não posso negar que logo de cara pensei em desistir por causa daquela abordagem fútil e risadas de fundo (eu sei que é sitcom) em momentos que não havia graça alguma, e nem podemos dizer que a piada é para o público americano quando Milo diz que não entendeu o que Lisa (namorada) queria dizer com relação ao término da relação.

Quando pintaram os quatro na cafeteria a coisa engrenou, mas ainda num ritmo muito lento, piadas como entrar no Facebook para ver se sua ex mudava o status foi algo que imaginei que muitos se identificariam. E cá entre nós, se você riu é porque se identificou ou conhece alguém assim. Do meio pra frente, a série engrenou bem e comecei a dar risadas até rir realmente.

A verdade é que os atores tiveram atuações ótimas entre o drama vivido de Milo que se traduzia em comédia através de Gibbs, Neal e Tyler, assim como os três últimos tendo seus momentos próprios durante o episódio. Das atuações só não gostei do exagero de Neal ainda na cafeteria com Milo ao responder grosseiramente sobre a pergunta com relação a falar obscenidades na cama.


Espera! Eu quero dizer que a forma abordada foi boa, não gostei do exagero da atuação, ficou meio teatral, mas foi o único momento de pecado realmente. Até porque se fosse a piada, estaria indo contra tudo o que tenho mais vontade de fazer quando me fazem perguntas idiotas. Os quatro tinham carisma, ou melhor, dois tinham carisma e outros dois eram para ser aquilo realmente. Uma ótima mostra de como balancear um elenco entre o bom e o ruim.

O melhor momento do quarteto é quando perguntam a Milo sobre ele estar bem, mas ninguém o deixa responder. Já o próprio teve seus melhores momentos na "baladinha" com Gibbs, onde recita Lisa o tempo inteirinho, perturba a vida da garota que poderia pegar e ainda faz referências a My Precious (Smeagol de "O Senhor dos Anéis") ao segurar a garrafa de cerveja, além de imitar o garoto de "O Sexto Sentido", além da cafeteria ao conhecer "Lisa"- sim, mesmo nome de sua ex.

Resumindo, vale a pena dar uma conferida, e melhor ainda, dar uma segunda chance para se conseguir traduzir nossas dúvidas quanto a vingar ou não depois deste piloto e ganharem uma identidade própria. Lembrando que já quebrei a cara com Apartment 23 e ainda acredito que teremos melhores momentos para Tyler, que já nos proporcionou poucos, mas o suficiente para acreditar nisso, assim como Gibbs, que não só será o "pegador" de empregada de amigos, como acredito que terá uma história por trás.

No elenco temos Danny Masterson (Sim Senhor e That '70s Show) que interpreta Milo; James Lesure (Las Vegas e Mr. Sunshine) que interpreta Gibbs; Michael Cassidy (The OC, Hidden Palms e Smallville) no papel de Tyler e Adam Busch (Buffy e Point Pleasant ) como Neal.

Fica a dica!

29 de maio de 2012

Review: Game of Thrones - 2x09 - Blackwater



Um pequeno gigante guerreiro!

Spoiler - (Sem leitura do livro):

Nem só de músculos vive um verdadeiro guerreiro. Mais vale uma cabeça pensante, ainda que sacrifique suas peças em determinados momentos, do que músculos ou estaturas que matam apenas um ou dois numa guerra.

Estratégias de guerra estiveram presentes em "Blackwater", uma grande cabeça pensante de um pequeno anão o fez um grande homem e um verdadeiro guerreiro. Fogo vivo destruiu meia tropa de Stannis, mas quem viu a cara de Tyrion se comparado a Joffrey percebeu a diferença entre matar e matar.


Para Tyrion, era sua bandeira, seu nome, sua família, mas principalmente sua pele. Para Joffrey, era seu status, seu orgulho, sua glória, seu nome, seu egoísmo e sua vaidade. O sorriso no rosto de Joffrey representou bem o que o jovem é capaz e os motivos pelos quias é odiado. Tyrion mostrou um misto de arrependimento e espanto com o que ele fez com suas próprias mãos.

Para Joffrey não importava a guerra, importava seu nome, tanto é que quando o bicho pegou, ele correu para os braços da mamãe. Tyrion viu seu exército desistir, tomou para si a palavra, ergueu a bandeira de Porto Real, dos Lannisters e comandou a vitória que parecia perdida.

Muitos podem questionar ser Tyrion o responsável pela vitória, principalmente com a chegada do pai que salvou todos. Mas foi naquele momento de decisão, de tomar o comando e de distração que chamou o restante das tropas de Stannis que abriu o caminho para o pai, pois do contrário, com total certeza, não os pegariam de surpresa e assim venceriam.

Neste meio termo, aparentemente tivemos uma perda, ou melhor, tivemos com certeza. Meu misto de indignação me fez recordar o mesmo episódio só que o da primeira temporada. Talvez seja normal, ou não, mas minha revolta é como se naquele momento senti quando Ned Stark tinha sua cabeça cortada. Lá se vai mais um personagem querido: Tyron!

Não há muito no que se aprofundar num episódio onde toda sua representatividade voltou-se para a guerra. Um grande episódio escrito por nada mais, nada menos que o autor desta grande obra, George R.R. Martin. O melhor episódio? Muito provavelmente, pois é o que todos esperávamos, por mais que a guerra de palavras tenha marcado esta temporada, eram lutas épicas com sangue jorrando que os fãs de Game of Thrones queriam ver realmente.

Mas nem só da guerra viveu o episódio, e quando digo que não há muito no que se aprofundar, é exatamente sobre a imensidão da batalha, surpreendente como foi. Mas o que podemos falar é o entorno desta guerra, onde diálogos, muitas vezes monólogos, voltaram a estar presentes, principalmente com Cersei.

Cersei em seu momento de desespero quase mata seu próprio filho, Tommen. Passou o episódio inteirinho recitando sua vida e seu histórico a Sansa e quando ia matá-lo para não acabar nas garras de Stannis, viu seu pai surgir pelo salão nobre do trono. Entre suas ladainhas e tons de ameaça à Sansa, deu demonstração de fraqueza ao chamar Ilyn para a sala onde guardava todos a fim de que ele matasse as duas e todas as outras mulheres para que não fossem estupradas. Sua citação a seu filho e seu reinado era no "paraíso".

O cão, Sandor Clegane teve enfim seu momento. Pouco depois de se estranhar com Bronn e quase irem às vias de fato, Clegane saiu para a batalha e quase esteve à beira da morte. Salvo por Bronn com uma flechada, ele simplesmente desiste da batalha, vê seu legado ruir, simplesmente diz "dane-se" ao reino, Porto Real e a Joffrey, e corre para buscar Sansa e rumar ao Norte. Bom, ao menos deu a entender que irão. Não é de hoje que vemos quão mudado ele está, acredito ainda ser Sansa, de alguma forma ou de outra, quem o mudou. 

E assim terminamos as batalhas épicas e de palavras.

Rapidinhas:

• Davos cita que Lord Varys sabe o que todos comeram no café há três dias. Eis o verdadeiro inimigo de todos, o grande vilão.

• Será que Tyrion morreu? Sinceramente, ele merecia o trono ao menos uma vez. Foi o verdadeiro Rei na batalha e não negou sentir medo em nenhum momento.

• Bronn mostrou seu valor. O guerreiro "come quieto".

• Por que os Lannisters ruins nunca morrem? Joffrey deu nojo novamente, principalmente ao fazer Sansa beijar sua espada. E como ela disse a Shea, “Os piores sempre voltarão”, sobre voltar da guerra.

Tyrion Lannister:

"Dizem que sou metade de um homem. Mas o que isso faz de vocês?" (...) "Os pegaremos pelas costas e foderemos seus rabos. Não lutem pelo seu rei e não lutem pelos reinos deles. Não lutem por honra e nem por glória. Não lutem por riqueza, pois não a terão. Essa cidade é de vocês e Stannis quer saqueá-la. Ele está quebrando o portão. Se ele entrar, irá queimar suas casas, irá roubar seu ouro e irá estuprar suas mulheres. Homens corajosos estão batendo em nossa porta. Vamos matá-los”.


Confira um pouco mais sobre os novos personagens da 3ª temporada de Game Of Thrones



Game Of Thrones tirou o fôlego dos fãs em seu penúltimo episódio que foi ao ar no domingo. Agora, só falta um episódio para o final da segunda temporada e já circulam por aí os nomes e algumas características dos personagens que vão aparecer na 3ª temporada da série.

Confira alguns deles:

Mance Ryder: É o "Rei Além da Muralha" que escutamos sobre a temporada inteira. Jon Snow irá atrás dele para conhecê-lo.

Daario Naharis: É o capitão da companhia mercenária chamada "Stormcrows" (em tradução livre, corvos da tempestade). Ele tem cabelo e olhos azuis e barba dividida em três pontas como um garfo. Ele estará presente na história de Daenerys.

Jojen Reed, Meera Reed: irmãos adolescentes, um garoto e uma garota parte da "Crannogmen". Eles farão parte da história de Bran. Jojen tem a habilidade de ter sonhos proféticos, que chamam de "greensight", sonhos que são cheios de significados simbólicos, imagens e metáforas do que está por vir.

Edmure Tully: Irmão de Catelyn e Lisa Tully que se torna o líder da Casa Tully.

Ser Brynden Tully (The Blackfish): Tio de Catelyn Stark e o homem que ajudou Cat e Lysa com problemas da infância. Ele é um guerreiro feroz e parte do seu selo pessoal é um peixe preto.

Lady Selise Florent: Esposa de Stannis Baratheon e Rainha. Adoradora fervorosa do Deus Vermelho e seguidora de Melisandre. Ela não se dá bem com Stannis.

Shireen: Filha de Stannis. Ela tem 9 anos e é desfigurada por conta de uma doença chamada "Greyscale" que fez sua bochecha esquerda e pescoço ser coberta por pele morta cinza e preta.

Olenna Redwyne (Rainha de Thorns): Avó de língua afiada de Margaery Tyrell. Ela entende de esquemas políticos e sempre dá sua opinião.

Beric Dondarrion: Líder do grupo fora da lei Brotherhood Without Banners (em tradução livre, Irmandade Sem Bandeiras).

Thoros Of Myr: Sacerdote vermelho que se torna parte da Brotherhood Without Banners.

Tormund Giantsbane: Famoso assaltante Wildling (Selvagens, Povo livre que vive além da Muralha).

Fonte: Zap2It

Game Of Thrones: confira curiosidades sobre os cabelos dos personagens da série


Game Of Thrones é uma série que exige muitos truques e efeitos para conseguir chegar naquilo que vemos toda semana, seja em cenas ou na caracterização dos personagens.


Vendo os atores sem todo aquele aparato, aposto que você se pergunta: mas como a Emilia Clarke (Daenerys Targaryen) tem aquele cabelo na série? Como será que é feito?

O SPOT preparou esse post inspirado em uma coletânea de curiosidades sobre este assunto do site EW. Confira:





Cabelo mais demorado

O cabelo da Daenerys Targaryen (Emilia Clarke) é o que mais leva tempo para ser arrumado. "O cabelo de Emilia é muito escuro, quase preto. Nós temos que primeiro fazer uma trança apertada no seu cabelo natural. Depois, colocamos uma touca 'careca' e arrumamos todas as pontas. Depois temos que acertar o tom de pele dessa touca e só aí colocar a peruca de cabelo branco por cima", diz Kevin Alexander, designer de cabelos da série. "Demora mais de duas horas". São usadas duas perucas na atriz, uma quando ela está com o cablo sujo e desigual, e outra para quando está com ele limpo e estilizado.




Cenas de batalha

Nas cenas de batalha, trabalham mais de 25 cabeleireiros com os principais atores e figurantes, dependendo do tamanho da cena (cenas que envolvem uma grande número de personagens femininos com penteados elaborados requerem mais mãos para ajudar). "Se eles estão usando capacetes, então não há muito para fazermos. Mas se 50% desses capacetes saem  da cabeça, nós temos que entrar com a  sujeira e o sangue", diz  Alexander. "Para conseguir o efeito, usamos três ou quatro produtos diferentes para lubrificar, depois adicionamos a 'sujeira' feita de pós de diferentes cores".







Cabeça de Ned Stark 'estilizada'

Quando acontecem cenas de decapitação, os cabelos das "cabeças" também é estilizado. "Você fica tão envolvido com aquilo, e você fica olhando para uma pessoa que você conhece", diz o hair designer, que sempre arruma a cabeça com a peruca usada pelo dublê do ator. "Quão envolvidos estamos com isso vai depender do quão perto a câmera vai estar e o que eles vão fazer com isso. 'A cabeça vai rolar pelo chão?' É muito divertido".




Como conseguir o penteado de Jon Snow?

Ao longo da série, o cabelo de Jon Snow, que é naturalmente enrolado foi ficando cada vez menos 'domesticado'. "Quanto mais selvagem, mais bonito ele fica", disse Alexander, que se esforça bastante para produzir o look do personagem. "Nós raramente usamos apenas um só produto para cabelo em uma pessoa. Geralmente, é uma combinação de dois ou três".



 O penteado que "parece" mais simples


A personagem da atriz Michelle Fairley, Catelyn Stark é a que tem o penteado mais simples. Mas só aparenta ser simples. Ela pinta o cabelo para ficar desta cor. "Leva uma hora", conta Alexander. "Nós juntamos o cabelo dela com uma peça para que o tamanho fique comprido até a cintura mais ou menos. Ela sai, faz a maquiagem e depois volta para fazermos a trança. Para algo que parece simples, dá muito trabalho".



 A peruca mais cara é de...


Daenerys Targaryen (Emilia Clarke) e Cersei Lannister (Lena Headey)! Cada uma custa 7.000 dólares e todas as perucas usadas na série são feitas de cabelo humano. "Se não for assim, você não consegue o movimento.", explica o especialista. 
Cada pedaço de cabelo fica em um bloco no formato de uma cabeça para se encaixar no formato e tamanho de cada ator.



Como as atrizes lidam com cabelos curtos

No final da primeira temporada, Arya (Maisie Williams) teve que cortar o cabelo para se parecer com um menino. A atriz usou uma peruca por um tempo, mas nas filmagens da segunda temporada cortou o cabelo de vez. "Nós escolhemos um estilo que pudesse fazê-la parecer mais desleixada e suja para a série, mas que também pudesse parecer bonito quando atriz fosse ela mesma", revelou Alexander. "A atriz Gwendoline Christie, que faz Brienne, teve que cortar o cabelo comprido que tinha. "Ela se assustou, mas agora ela adora".



Cabelo que precisa de maior manutenção

O cabelo da atriz Sophie Turner, que faz a jovem Sansa Stark é a que mais precisa de manutenção. "Ela é naturalmente loira. Quando ela veio pela primeira vez para cá, tinha 13 ou 14 anos, então em vez de usar tinta permanente, usávamos uma combinação de tintas a base de água. Nós usamos três ou quatro cores diferentes para fazer aquele vermelho. E tem que ser refeito a cada 7 ou 10 dias porque sai com as lavagens".






Fonte da matéria: EW





28 de maio de 2012

Confira o teaser da 7ª temporada de Dexter



Dexter já está matando seus fãs de curiosidade há alguns meses mas agora nosso serial killer preferido está começando a dar notícias.

Foi liberado pela Showtime um teaser de 15 segundos da nova temporada da série, a 7ª, que volta no dia 30 de setembro.

Confira o teaser:

Review: Common Law - 1x02 – Ride Along




Eles se completam.


Spoiler:

Sabe quando você assiste outro episódio daquela nova série para ter certeza dos elogios que você fez nas primeiras impressões e ainda ver se consertaram o que vemos como erro? Então, Common Law me convenceu, e posso afirmar que gosto do formato USA de fazer série.

A ação com investigação policial aliado ao toque de comédia na medida certa que conseguem dar em Common Law é o que me fez realmente aceitar bem a série. Como dito na review do piloto, não é nada novo, mas talvez seja esse café com leite que faz a série ser gostosa, principalmente com “terapia de casais” para parceiros de polícia.

Wes é para Travis, assim como Travis é para Wes. Um precisa e depende do outro. É exatamente essa dependência que faz o capitão Mike Sutton jogá-los para uma terapia. E é essa terapia que faz a comédia em meio às investigações e a ação. E olha que o episódio já começou pegando fogo com Wes não falando com Travis no treinamento de tiro.

“Árvore é uma metáfora universal para o “eu mesmo”, para o ego. Podem pensar nas suas árvores como representações de vocês”. E assim disse Dra. Ryan numa de suas sessões de terapia, e que nos fez conhecer um pouco mais de cada um. Wes é egocêntrico, apesar de ter criado uma árvore imaginária, ou melhor, não ter criado nada, mostrou que não liga para ser o centro das atenções, mas seu egocentrismo beira o egoísmo, talvez por isso seja considerado o babaca da terapia. Travis por sua vez é o trapaceiro, ele só está lá pra conquistar a Dra. Ryan. Desenhar conforme a cartilha foi acreditar que ela cairia. Nada disso, a verdade é que a casa caiu por ela perceber que ele já conhecia a metodologia por conta de sua infância.

“Para aqueles que observam, tudo é revelado” – Prov. Italiano. E abrir o episódio com uma de suas frases é também uma revelação, afinal nem é pelo fato de Dra. Ryan acompanhá-los em seu dia a dia, e observá-los, mas principalmente porque Travis e Wes usam do mesmo em suas investigações e isso ficou evidente tanto no quarto de hotel com Travis, como no dinheiro com Wes ao pagar o mecânico. E seria interessante termos um pouco mais da Dra. Ryan acompanhando-os, o toque feminino acabou dando uma graça maior.


O que mais marcou o episódio foi a forma com que Wes queria se livrar da Dra. desde quando o policial estava na cena do crime, jogando-a para o caso dele por conta das noites sem dormir, como deixá-la dentro do carro presa aliado ao Travis que só tentava flertar com ela, principalmente com sua “colônia” do flerte, onde Jonelle até lhe entregou.

O caso da investigação foi novamente um toque à parte, mostrando a sintonia entre os dois que o Cap. tanto fala para a Dra. Ryan. Segundo o próprio, sem Wes, Travis se mataria. Sem Travis, Wes iria pensar demais antes de prender alguém. Parceiros que se completam dentro da relação deles. E a investigação só foi resolvida exatamente por conta disso, pois um resolveu de um lado e o outro finalizou do outro, mas claro, ainda assim foi motivo para briga. Afinal, são um casal.

Wes manda muito bem em seus diálogos com a Dra. Ryan, para ser bem sincero, qualquer psicólogo ou terapeuta ficaria louco com um caso como ele. Psicologia reversa? Com ele não. Mas é bastante interessante ver como ela também tem seus problemas, e já prevejo que ambos vão resolver o caso dela, o enteado problemático que a odeia e que visivelmente a abala, pois trata como filho.

Rapidinhas:

• Conhecemos a mãe adotiva de Travis já no primeiro episódio. Confessem, vocês também pensaram que seria uma de suas “peguetes”.

• Como assim o “contador” não foi preso por ser responsável por aumentar as finanças de um traficante?

• A Land Rover do Wes simplesmente deu “perda total” por conta daquele encostãozinho? Serio, é subestimar nossa inteligência. Ao menos Travis adorou o carro novo.

• Gosto do formado USA de fazer série. Parece ser algo mais despojado, não digo espontâneo, mas algo mais “relaxado”. A trilha sonora ajuda e ajuda muito, mas não sei por que ainda faço ligação entre Common Law e Burn Notice.

• Novamente o “casal” mostrou sintonia. São perfeitos como amigos e parceiros. Fruto de um belíssimo trabalho de dois atores que realmente ditam o tom da série.

Review/Balanço da Série: Awake - 1x12 e 1x13 - Two Birds e Turtles All The Way Down - Series Finale



"Isto não é um estudo. Não é uma imaginação”.

Spoiler:

Não! É um sonho. Não é mesmo? Os episódios "Two Birds” e "Turtles All The Way Down" nos proporcionaram de fato algo que até me fez comemorar a série ter sido cancelada. Tudo bem, na review anterior, pelo episódio bom que foi relutei em aceitar o cancelamento, mas agora com o término da série, respostas dadas aos questionamentos, só dá para dizer que o cancelamento foi a melhor coisa.

Não pense que falar isso é pelo fato de terem sido dois episódios ruins, pelo contrário. Os dois episódios foram fantásticos, explicativos, envolventes, recheados de ação, drama, tensão e tudo aquilo que esperamos de uma série como esta. O fato de ter gostado de ter sido cancelada é de ter fechado realmente como se deve, sem muita invenção, com o que todos esperavam de alguma forma, ainda que se torne em alguns pontos uma grande e verdadeira surpresa.

Tudo começou em "Two Birds" e Michael aos pés de Hawkins. Armações, envolvimento, teoria da conspiração e um bocado de teorias malucas dos terapeutas que não nos restava outra coisa a não ser ter dúvidas do que realmente eram aquelas duas realidades, duas dimensões criadas por Michael Britten.


Toda a trama foi envolvente, todas as ligações foram lógicas, tudo que aconteceu foi incrivelmente respondido com um toque tenso, insano e de certa forma o que mais marcou foram os diálogos com os terapeutas, onde no fundo se encontravam todas as respostas que a cada episódio iam se encaixando para montarmos este final.


Dr. Judith vs. Dr. Lee, era notório o confronto entre terapeutas, ainda que em determinados pontos eles concordassem entre si. Nesse conflito já era para se desconfiar que o mundo onde Michael vivia não era nenhum dos dois e sim um terceiro. Para um era um mundo fantástico, onde aquilo o fascinava e só o mostrava como ele estava aceitando a verdade. No outro era tudo ilusão, onde uma lacuna de espaço no seu cérebro estava sendo completada com insanidade e loucura. Mas não necessariamente que estivesse acontecendo com Michael.

Toda a investigação foi conduzida entre os dois paralelos, onde a senha para uma pasta protegida estava em um, a solução no outro, e por aí vamos adentrando neste misterioso caso. Tricia, Carl e Hawkins, policiais corruptos frutos de sua imaginação ou de algum caso não resolvido?

No final vimos que tudo não passava de um sonho, e como em outra reviews acreditei e disse, acreditava que ele fosse acordar do coma, derivado exatamente do acidente ocorrido. Apesar de todas as pontas fechadas, o que é raro numa série, não gostei de ter sido tudo um sonho e ainda que as pontas se fechem dentro de toda mitologia criada, faltou um pouco explicar o que viria depois do "ACORDAR". Afinal, sonhos dentro de um sonho, isso já entendemos.

Foi tudo fruto de sua imaginação realmente? Tricia, Carl e Hawkins são personagens fictícios ou de seu convívio pessoal por qual não tem nenhum apego? Ou será que havia uma investigação sendo desenrolada ao ponto de fazê-lo sonhar com aquilo tudo?


Questionamentos do que aconteceu na temporada toda podem vir, isso é mais que normal. Quanto ao final principalmente, o que não podemos discutir é que este final foi perfeito sim, embora eu questione nos parágrafos anteriores, foi exatamente pra mostrar como em toda a história fechada foi deixada aquela pontinha para completarmos com nossa imaginação. Afinal, o que era importante realmente, nos foi dado.

A temporada:

Muitos não gostaram da premissa da série, talvez nem fosse tão inovadora assim. Mas toda a produção e com certeza atores foram os responsáveis pelo diferencial da série. Atuações magníficas e o drama vivido por Michael Britten, interpretado por nada mais, nada menos que Jason Isaacs, foi claro e com atuações inquestionáveis.

Quanto à fotografia e roteiro, são outros pontos que não consigo criticar, ainda que pudéssemos questionar algumas coisas que não bateriam. Aliás, isso foi algo que também precisava elogiar, pois muitas das coisas questionadas me deram respostas no episódio seguinte ou ao final de um outro.

A fotografia foi café com leite. Mas sabe aquele café com leite de empório chique? Claro que a brincadeira foi pra enfatizar que eles fizeram o básico, mas muito bem pensado e planejado com bastante cuidado para separar as duas realidades de Michael.

Falando em fotografia e as duas realidades, foram exatamente estes detalhes que sempre nos fizeram confundir o que era o mundo real do sonho. Fora outros pontos dentro do próprio roteiro. Por exemplo, cores quentes para Hannah e frias para Rex. As cores quentes me fizeram desde o início pensar que esta era a versão real de seu mundo, enquanto as cores frias fossem a da morte, a ilusão criada por Michael. Mas são coisas que evitamos até falar ou nos aprofundar para não confundir muito nem a nós mesmos e nem a vocês, por mais que num dos primeiros episódios tenha mencionado isso.

Em suma, agradeço muito pelas respostas e a história completamente fechada. Valeu à pena 10 episódios e 400min de uma história envolvente. Particularmente posso afirmar que não me arrependo de ter terminado uma série cancelada e ainda assim saber que a história se fechou, coisa rara de se ver.

Até uma próxima!


Review/Balanço de Temporada: Don't Trust The B---- In Apartment 23 - 1x06 e 1x07 - It's Just Sex... e Shitagi Nashi... - Season Finale



Se não fosse Chloe!

Spoiler:

Se não fosse ela, realmente não sei o que seria de Apartment 23. Mas calma, não é uma crítica realmente, apenas a forma que vi os dois últimos episódios da temporada, principalmente em “It’s Just Sex...” quando June aparece, tem seus momentos, mas é Chloe ao entrar no banheiro e pegar June com a mão “lá” que muda a história do episódio. E sim, é a graça dele.

Sobre sexo e sobre amizade. “It’s just sex...” e “Shitagi Nashi...” representaram bem o que foi o episódio entre o sexo e a amizade, onde o primeiro foi com foco no “sexo casual” e o segundo na super heroína sem calcinha “Chloe”, e seu medo de ser esquecida, encontrando em June sua verdadeira fiel escudeira... bom, sua amiga.



Confesso que séries como Apartment 23 faz a gente se empolgar até para escrever, principalmente porque foram aqueles episódios que você passa alguns minutos sem dar risada, vendo o desenrolar e de repente enfiam uma história cabeluda que te faz dar boas risadas.

De chapinha à moda antiga, usando o ferro, até revista em quadrinhos famosa no Japão. Não podemos esquecer a Pastora que pega dinheiro da doação para fazer cirurgia no nariz e ainda trai o marido num restaurante onde June estava e ela pensou que tinha sido descoberta. Dá para não gostar de Apartment 23?

“It’s Just Sex...” ainda foi marcado por James e Chloe correndo o risco de serem expostos publicamente por um vídeo do passado onde fazem sexo, o que era para ser um terror para eles, passou a ser autopropaganda para James. Mas até isso foi engraçado, pois se tornou um fracasso para o próprio.

Em “Shitagi Nashi”, June quer ser Chloe, ou melhor, estar acompanhando e viver o que ela vive. Mas o problema é que o fígado de Chloe já está acostumado, ou melhor, já deve estar acabado, enquanto June se acaba no hospital para fazer lavagem estomacal após ficar bêbada demais.  E Robin tenta afastar as duas hein?

Os episódios não se completam, mas assistí-los em sequência até me fez parecer que era um só, mas porque evidencia bem os problemas do “casal” de amigas que vivem juntas e conseguem transformar suas confusões numa gostosa comédia e sem muitos exageros.


Até as reflexões de amizade e carinho de James soaram engraçadas, principalmente depois de vermos como ambas o ignoraram enquanto recitava “amizade” entre Chloe e June, o que me fez acreditar que ele falava de seu assistente, Luther. Até serviria, me fez acreditar que era, e de repente ele dá sinais que era para as duas e percebe que falava sozinho.

Balanço de Temporada:


A temporada foi curta, é bem verdade. Dá para afirmar que a comédia foi gostosa, sem muitos exageros e num comparativo breve com o que tivemos na Fall Season 2011/2012, New Girl representaria o exagero, enquanto Chloe e June algo mais equilibrado. São duas comédias diferentes, isso é inegável, apesar de aparentarem serem idênticas.  A comparação não é para desmerecer uma e enaltecer outra, até porque iria totalmente contra meu balanço de New Girl, mas é para mostrar as diferenças realmente.

June me irritou. Sim, me irritou por 7 episódios, mas este era o seu papel, pois é Chloe quem faz o outro lado da história e dá a graça. A comédia foi muito bem pensada, apesar de no piloto ter odiado a série, quis dar a oportunidade e ela me conquistou de alguma forma.


Talvez a apresentação dos personagens que me fez não gostar, ate porque naquele momento, June era a protagonista e Chloe a coadjuvante, o que na verdade não é bem assim. Vemos depois do piloto duas personagens que se dividem entre quem rouba a cena e quem dá o suporte. 

Falando em suporte, James Van der Beek é o verdadeiro suporte das duas, aliás, suas cenas são memoráveis. O ator aceitar interpretar a si mesmo e de alguma forma se autodepreciar ou zombar de si mesmo foi incrível e merece meu respeito. Interpretar um ator fracassado sem medo da repercussão é só para os fortes. Já Robin é aquela atriz que não fede e nem cheira, preenche lacunas como nosso vizinho tarado, que tiveram ainda seus momentos, como o mouse pad da Chloe e a boneca inflável republicana.

Até a próxima temporada.

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